Afinal o negócio do antigo Café Arcádia ainda não está concluído

A Câmara Municipal está neste momento a negociar com o inquilino do Café Arcádia para se chegar a um acordo de valor que agrade ambas as partes. O presidente da autarquia, Joaquim Jorge, revela ainda se este negócio não for concretizado há possibilidade de arranjar uma alternativa em fase de obra e há ainda possibilidade da autarquia "utilizar outras figuras legais".

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No projecto apresentado recentemente pela autarquia sobre a remodelação do Mercado Municipal e a criação da Estação Intermodal de Transportes está previsto que na zona onde funcionou o antigo Café Arcádia seja construída a zona de bilhética e sala de espera tal como já nos explicou o presidente da autarquia, Joaquim Jorge [ver aqui]. Contudo, o negócio com o inquilino do Café Arcádia ainda está longe de ficar concluído. Esta informação foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis na última reunião pública de executivo camarário.

“Não está libertado o café Arcádia. Não está nenhum negócio concluído. Ainda estamos na fase negocial. A primeira coisa muito importante é fazer uma avaliação do que lá foi feito, é isso que permite depois entrarmos numa fase negocial. Essa avaliação já foi feita, foi-nos entregue na semana passada, e, portanto, a conversa que estamos a ter com o inquilino, não é o proprietário é inquilino, porque o espaço é propriedade da Câmara Municipal, o que estamos a concertar com o inquilino é um valor que agrade a ambas as partes para que aquela situação se resolva”, revela Joaquim Jorge.

Contudo, o líder da autarquia oliveirense considera que o negócio poderá chegar facilmente a bom porto: “A opinião que eu tenho é que não interessa ao próprio inquilino a manutenção da situação. Mas não interessa porquê, porque está lá uma faixa que diz vende-se, não me parece que haja ali nenhum interessa em reactivar o interesse que havia de fazer ali um investimento no futuro. Portanto, nessa perspectiva julgo que haja disponibilidade do inquilino em se aproximar de uma solução que propunha-mos e se resolva aquele problema, até porque aquele problema é muito importante que se resolva para que possamos fazer a intervenção que está prevista”.

Mas também já estão a ser preparados outros planos, caso o negócio não seja concretizado. “É evidente que tem de arranjar uma alternativa em fase de obra caso tenhamos dificuldade ou utilizar outras figuras legais, mas aquilo que vamos procurar fazer é em resultado de um processo negocial com actual o inquilino para resolver isto”, conclui Joaquim Jorge,

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