André foi transferido para o Cesarense no fim da carreira em troca da iluminação no Carlos Osório

André Vicente Tavares é o primeiro jogador biografado, da velha guarda da União Desportiva Oliveirense. Aos 84 anos o jogador de futebol que fez parte da equipa campeã da III Divisão Nacional no ano de 1957/1958 ao serviço do clube de Oliveira de Azeméis vê a sua vida retratada em livro pela mão de Carlos […]

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Carlos Cunha conta várias histórias da antiga glória da UD Oliveirense em 71 páginas

André Vicente Tavares é o primeiro jogador biografado, da velha guarda da União Desportiva Oliveirense. Aos 84 anos o jogador de futebol que fez parte da equipa campeã da III Divisão Nacional no ano de 1957/1958 ao serviço do clube de Oliveira de Azeméis vê a sua vida retratada em livro pela mão de Carlos Cunha que exerceu funções profissionais no ensino e na banca, mas que hoje é dirigente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Partido. Acumulou experiência na área da comunicação com as suas passagens pelos jornais regionais “O Azemel”, “Correio de Azeméis” e “A Voz de Azeméis”.

Ao longo de 71 páginas do livro “André” o autor relata as várias histórias contadas pela antiga glória da UD Oliveirense. “Um campeão na vida” que sempre se pautou co mo sendo um homem “simples e modesto”. Além das histórias, a obra também está documentada com fotos de vários momentos da carreira de André enquanto jogador.

Aquela que decidimos revelar aqui já é do final de carreira de André, e envolve um ex-presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis já falecido: o Comendador Ângelo Azevedo. É dele grande parte da responsabilidade da transferência da UD Oliveirense para o FC Cesarense. Uma história deliciosa, tal como tantas outras que está na obra.

Estava em fim de carreira na UD Oliveirense, já tinha 36 anos, ia para 37 anos, O sr. Ângelo Azevedo continuava a insistir comigo para eu ir jogar para o FC Cesarense, Ele estava sempre a pressionar a Direcção da UD Oliveirense para me libertarem. Até que ele comprometeu-se a instalar a iluminação no Estádio Carlos Osório como contrapartida da minha ida para o Cesarense“, contou André no seu livro biográfico. A inauguração da iluminação do campo ocorreu em 26 de abril de 1973 num jogo amigável com o FC Porto. E finaliza: “Fui para o FC Cesarense na época 1972/1973. Fui jogador, capitão e treinador, e nessa época fomos campeões da II Divisão Regional de Aveiro. Ainda joguei lá mais uma época e acabei a minha carreira como atleta”.

André foi para o FC Cesarense na época 1972/1973 e jogou por lá duas épocas © Foto retirada do livro André

Esta é mesmo um das muitas histórias publicadas no livro André. É nesta obra que a ex-glória oliveirense fala de uma transferência que não chegou a acontecer. Curioso? Procure a obra escrita por Carlos Cunha que é uma edição de autor.

A capa do livro “André” escrito por Carlos Cunha

O livro “André” tem um custo de 5 € e está à venda, em Oliveira de Azeméis, nos seguintes locais:
* Secretaria da União Desportiva Oliveirense (Pavilhão)
* Café Gama (Av. António José de Almeida)
* Quiosque Santo António
* Florista Fina (Rua Bento Carqueja)

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