Caio Zanardi chegou ao clube em fevereiro deste ano

O diretor desportivo da União Desportiva Oliveirense, Caio Zanardi, de 46 anos, que chegou ao clube em fevereiro de 2020 deu a sua primeira entrevista ao jornal Record que foi publicada no domingo, dia 14 de junho. Saiba as principais ideias e revelações feitas por Caio Zanardi.

Procuramos atletas com perfil de venda

Caio Zanardi, diretor desportivo da UD Oliveirense

A entrevista começa logo com uma novidade que será, no futuro, a base da estrutura do clube. “Queremos melhorar, crescer, sair da zona de conforto, procurar a excelência e criar novos departamentos. Departamentos de inteligência, scounting, fisiologia, análise e performance. Relativamente ao scouting, procuramos atletas com perfil de venda. A procura assenta em jovens, com minutos jogados em campeonatos de alto nível, sendo que a valorização resulta do trabalho desenvolvido, colectiva e individualmente”, revela.

E já há mercados bem definidos sobre onde se pode ir buscar talento ainda desconhecido, e o mercado para onde pode ser vendido. “Os mercados de captação são Brasil, África, Ásia e Europa. O mercado de venda principal é o Japão”, afirma o diretor técnico da UD Oliveirense.

A Primeira Liga é um sonho que temos de preseguir

Caio Zanardi, diretor desportivo da UD Oliveirense

Caio Zanardi revela que a contratação de novos talentos para o clube têm de dar desde logo alguma garantia. “Os atletas têm um potencial de venda, mas é preciso ter bons olhos e experiência para ver se este ou aquele podemos fazer dinheiro no futuro. Enquanto diretor desportivo estou a desenvolver precisamente isso, pois queremos jogadores com potencial de venda no futuro, mas que nos deem retorno técnico imediato, pois precisamos de resultados”, diz.

Os resultados imediatos passam por garantir a permanência da UD Oliveirense na Segunda Liga do futebol português. Nesta entrevista Caio Zanardi confessa que a subida de divisão é um sonho…. mas mais lá para a frente. “Temos de ter os pés no chão, ainda por cima neste momento de recessão. O Mundo vai mudar e o futebol não será diferente. Não prevejo cenário de grandes investimentos nos próximos meses. A Primeira Liga é um sonho que temos de perseguir, mas temos de ter uma base sólida para isso acontecer”, confessa.

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